A inteligência artificial está entrando cada vez mais na prática médica.
Muitos médicos usam ferramentas digitais no diagnóstico, no planejamento terapêutico e até na análise de exames.
Mas poucos sabem que existe uma resolução do CFM regulamentando isso.
A Resolução nº 2.454/2026 deixa claro: a inteligência artificial não substitui o médico.
Usar ainteligência artificial não significa dividir responsabilidade. A decisão clínica continua sendo humana e a responsabilidade ética também.
A tecnologia pode ser uma aliada poderosa. Mas sem julgamento crítico, sem registro adequado e sem informação ao paciente, ela pode gerar riscos éticos e jurídicos relevantes.
Se você utiliza ou pretende utilizar inteligência artificial na sua prática médica, sempre registre o uso no prontuário, informe o paciente, avalie criticamente as recomendações, garanta a proteção de dados e mantenha a decisão clínica sob sua responsabilidade.
Na sua opinião, a IA tende a fortalecer ou a fragilizar a prática médica?
